segunda-feira, 13 de setembro de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Manual prático para me entender:
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Samuel Rosa/ Nando Reis
Depressão
Pára o mundo que eu quero descer!
terça-feira, 23 de março de 2010
Dúvidas
Pode ser uma palavra, uma figura, uma visita em seu orkut, uma mudança de atitude...
Sei lá, pode ser bobagem, mas sofro pra caramba!
êh semana que não quer acabar logo...
sexta-feira, 19 de março de 2010
Um pouco de nada...
Tenho seguida adiante, sorrindo todos os dias e sofrido com moderação... rs - eu e minha veia dramática!
Tenho sido abençoada e agradeço à todas as pessoas que fizeram ou ainda fazem parte das minhas vitórias!
sexta-feira, 5 de março de 2010
Segue na íntegra:
"Não é um texto de Arnaldo Jabor"
A Síndrome de Diógenes se caracteriza pela compulsão de uma pessoa em guardar coisas que lhe parecem úteis. Essas coisas viram detritos, se acumulam pelos cômodos da casa, tornando um verdadeiro aglomerado de sujeira e tralhas, mas que a mente doentia não consegue se desvencilhar.
Manifesta-se particularmente em pessoas mais velhas, que acabam por se instalar numa solidão tão grande que tudo aquilo que carregam, acreditam encontrar espaço.
Da nossa maneira, somos às vezes portadores da síndrome. Acumulamos lembranças; pessoas, verdadeiros lixos; espalhados pelos cômodos da consciência. Poderíamos muito bem nos desfazer. Isso não acontece não por capricho da ciência. E sim pela condição humana de se agarrar a objetos metafóricos e a tudo que em um baú de saudade dá a impressão de eterno. Esquecidos, podres e cheios de odor vão respingando algum prazer demente quando vistos em nosso redor.
São épocas espalhadas pela sala. Amores derramados pelo quarto. Planos sobre a mesa. E sonhos dependurados na janela.
Vivemos longos períodos sem medicamentos e, de repente, eis que surge sob o criado mudo uma cartela inteira de nostalgia e doses cavalares de desejos esquecidos.
Como a Síndrome de Diógenes, é uma doença. Um estorvo de prazer que nenhuma casa merece aprisionar. Ainda mais essa tão apertada, que pulsa dentro do peito.
Dino Cantelli
Tive um começo de ano bem agitado, tentando me acostumar com os 2 cargos na prefeitura, acordar muito cedo e dormir muito tarde... enfim, pedi arrego e exonerei um cargo. isso mesmo: E-X-O-N-E-R-E-I...
Estava infeliz, cansada e cheia de culpas por não conseguir cuidar de minha jóia rara e no dia de ontem assinei as papeladas todas... engraçado, né... estudei tanto, fiquei tão ansiosa para ser chamada e em menos de 5 minutos resolvi e me desliguei do cargo.
Calma, não foi nada feito sem pensar, desde o começo do ano estava estudando o caso, mas o medo vinha me segurando; porém, todos os acontecimentos do mês de fevereiro me fizeram ver que a escolha mais acertada seria essa.
Em fevereiro coloquei meu bebê na escolinha. Escolhemos com muito carinho e atenção a instituição que cuidaria do meu pequeno parte do dia e eis que na primeira semana indo à escola, além dos rios de lágrimas derramados, ele ficou doente, teve uma virose bem grave, teve de ficar internado tomando soro devido desidratação... depois, carnaval, uma semaninha inteira curtindo o carinha mais engraçado do mundo; depois, voltamos à rotina normal, e ele cai e corta a boca, sendo necessário tomar 2 pontos, isso sem contar o baile da anestesia...
Além da novelinha com o Duda, tb tive meus próprios dramas, com uma punção feita errada na minha direita, o que tem me causado muito desconforto, além de uma coloração roxa nada fashion... rs
Enfim, todos esses acontecimentos culminaram na minha decisão dada e assinada ontem.
Se virei a me arrepender, eu não sei, mas se acontecer é fácil, presto concurso e entro de novo, simples assim!
é isso, meu povo...
estou de volta!
Ah! continuo odiando muito pitanga, oh... ser mais chato! rsrs